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População detém suspeito de roubar menor no Centro de São Carlos, SP
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  • 13/05/2016


    Sobe - Processo de tombamento do Casarão dos Olhos D´Água por garantir sua preservação.


    Desce - O presidente interino Michel Temer por nomear investigados na Lava Jato e no STF para compor seu ministério.


    Ponga


    O PMDB disputou eleição para presidente com um dos maiores líderes da sua história, o presidente da constituinte Ulisses Guimarães, que teve votação ínfima de 2%. Mas, o partido teve sucesso em três oportunidades, pongando na eleição de titulares. Sarney, com a morte de Tancredo; Itamar, com o impeachment de Collor e, agora, Michel no lugar de Dilma. Eu mesmo não voto mais em candidatos que tiverem um peemedebista como vice.


    Eliana e Edvaldo


    O PP ocupou o espaço no horário eleitoral nos últimos três dias, em Feira de Santana, com o vice-governador João Leão e a ex-deputada Eliana Boaventura. Ingratidão do partido. Leão não esturra em Feira. Já a ex-deputada Eliana Boaventura, que já fez política em Feira, trabalha e mora em Salvador, deixou de ter influência na política local. Por que não deram espaço ao político do partido de maior importância no município, que é o aguerrido Vereador Edvaldo Lima? É bom lembrar que Edvaldo Lima é o único vereador e único candidato da agremiação em Feira de Santana.


    Força da palavra


    Deu gosto de ver e ouvir três discursos durante a votação da admissibilidade do impeachment de Dilma. Senadores Cristovam Buarque, de Brasília; Regina Sousa, do Piauí e o ex-presidente Collor de Melo, Maceió. Discursos de linha reta e com conteúdo. Collor foi o único Senador que fez silenciar todo o plenário.


    Ronaldo


    O Prefeito José Ronaldo utilizou o horário eleitoral do Democratas nestes três últimos dias na TV local. Ele ensinou o jeito de governar do seu partido, citando obras na área da saúde, educação e infraestrutura sem participação de nenhuma outra liderança estadual. Mostrou força.


    Fora do país


    O afastamento da Presidente Dilma Rousseff (PT) após decisão do Senado, ontem (12), despertou no PT uma nova estratégia. O partido quer que Dilma fique fora do país. De acordo com a Coluna do Estadão, o motivo é vender o discurso do golpe em outros países. A presidente foi notificada do afastamento na manhã de ontem (12) e o vice, Michel Temer (PMDB), já responde pelo país interinamente.


    Cunha


    O presidente afastado da Câmara Dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), comemorou pelo Twitter o afastamento da Presidente Dilma Rousseff (PT). “Apenas uma frase: antes tarde do que nunca”, afirmou. Cunha repete a frase dita por Dilma, na oportunidade do seu afastamento. O deputado foi o “maestro” do impeachment na Câmara.

     

    ACM Neto


    O Prefeito ACM Neto (DEM) aproveitou a entrevista coletiva ontem (12) para reforçar que os programas sociais promovidos pelo PT serão mantidos no Governo Michel Temer (PMDB). Em tom pouco acima do que o adotado em toda a entrevista, Neto disse que o Democratas no Ministério da Educação e Cultura (MEC), por exemplo, vai ter a oportunidade de quebrar mitos importantes no país.


    Bons olhos


    O Prefeito ACM Neto (DEM) comemorou a confirmação de Geddel Vieira Lima, presidente do PMDB na Bahia, na Secretaria de Governo do presidente interino Michel Temer (PMDB). Em entrevista coletiva na manhã de ontem (12), o democrata avaliou como positivo um baiano no centro do poder.


    Hipocrisia


    O ex-ministro-chefe do Gabinete da Presidência da República, Jaques Wagner, falou brevemente com a imprensa após a Presidente Dilma Rousseff afastada receber a notificação do encaminhamento do processo de impeachment. “Sai a legalidade e entra a hipocrisia. Ela vai para o Alvorada, ela vai resistir, ela tem direito. É bom lembrar que ela é presidente ainda”, disse Wagner à Globo News.


    Sem legitimidade


    O líder do PT na Câmara dos Deputados, Afonso Florence (BA), afirmou ontem (12), após a aprovação da abertura do processo de impeachment, que o governo interino do vice-presidente Michel Temer “não tem legitimidade” e que o peemedebista deve ampliar a desaprovação após começar a implantar as medidas já sinalizadas nas últimas semanas. 



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