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  • 27/11/2014


    Sobe- A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, que elaborou boa grade de atrações para o Natal Encantado. 
    Desce-A falta de consciência de muitos motoristas, que mesmo com as campanhas educativa não respeitam a faixa de pedestres.

    Votação
    Durante toda a semana, os agentes de saúde estiveram na Câmara para acompanhar a votação da Lei Orçamentária Anual, que pode ou não contemplar a categoria com o pagamento do piso. Para acalmar os agentes, o vereador Wellington Andrade (PTN) informou que a LOA será votada nas próximas segunda e terça-feira. Não confiantes na informação, os trabalhadores disseram que ela era mentirosa e vaiaram o porta-voz.

    Deputado aloprado
    Discutindo sobre a saúde do município de Feira de Santana, o vereador David Neto (PTN) relembrou o tempo em que a cidade não tinha o tratamento específico para pessoas com câncer e citou o deputado Zé Neto. “Naquela época, o deputado aloprado....”. E todos nas galerias caíram na risada.

    Errata
    Em matéria publicada ontem, intitulada “Com mais dois apoios, Ronny terá os votos de todos os governistas”, a vereadora Eremita Mota (PDT) retifica que não declarou apoio publicamente a Ronny, apenas avaliou o cenário atual e só se posicionaria depois de uma conversa com o prefeito. “Tinham duas chapas aqui e eu não estava em nenhum grupo. Deixei minha decisão para depois de uma conversa com o prefeito porque acho que toda eleição da Mesa Diretiva, com maioria no Legislativo, passa pelo crivo do prefeito. Não queria dar minha palavra e depois votar contrário a pedido do prefeito. Fui uma das primeiras a ser chamada para conversar com Ronny e Justiniano, mas não declarei apoio fiquei apenas conversando e observando”, garantiu Eremita.

    Apoio
    Depois de retificar a informação, a vereadora Eremita reiterou que, se o nome de Ronny continuar sendo o mais ventilado como o candidato do prefeito dará o voto a ele. “Vejo que o atual cenário tem essa conotação. Se continuar sendo assim Ronny terá meu voto”, afirmou.

    Nova equipe
    Os novos ministros da Fazenda e do Planejamento serão anunciados oficialmente hoje pela presidenta Dilma Rousseff. No entanto, não há previsão da data da posse dos dois novos titulares da equipe econômica, que substituirão Guido Mantega e Miriam Belchior, respectivamente. A informação é do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Thomas Traumann, que não adiantou os nomes que serão anunciados. Os dois novos integrantes do governo vão trabalhar no Palácio do Palácio com uma equipe que fará a transição entre a atual gestão e a próxima.

    Ansioso
    O vice-governador eleito João Leão (PP) está fazendo uma carga grande sobre o governador eleito para poder indicar o novo secretário de Infraestrutura. Mas, por enquanto, Rui Costa (PT) resiste. A secretaria, que foi ocupada por Otto Alencar (PSD) até a decisão do hoje vice-governador de concorrer ao Senado, é hoje comandada por um indicado seu, Marcus Cavalcanti. Leão, que também já foi secretário de Infraestrutura no governo Jaques Wagner (PT), anda doido para reassumir seu controle, mas a memória sobre sua passagem pelo posto não é nada boa.

    Dívida melhorada
    A presidenta Dilma Rousseff sancionou, com dois vetos, a lei que altera o indexador da dívida dos estados e municípios, o que reduzirá os encargos pagos à União. A lei foi aprovada no começo de novembro pelo Senado e era uma reivindicação antiga de governadores e prefeitos. A sanção foi publicada na edição de ontem do Diário Oficial da União. Com a nova lei, as dívidas deixarão de ser corrigidas pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna – mais juros de 6% a 9% ao ano e passarão a ser calculadas com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo mais 4% de juros ao ano ou pela taxa básica de juros, a Selic, o que for menor.

    Sem ordens
    Numa demonstração de que dará foco à gestão, conforme prometia na campanha, o governador eleito Rui Costa (PT) surpreendeu os partidos da base com uma exigência para a montagem do secretariado. Rui estabeleceu como condição que os presidentes das agremiações primeiro indiquem os nomes que querem ver na administração. Pelo perfil dos apresentados, ele vai escolher a melhor secretaria para ocuparem. Com isso, Rui dá um freio no processo tradicional de ocupação de cargos pelos partidos, que normalmente partem para cima do novo governante com a faca no pescoço exigindo esta ou aquela secretaria.



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