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  • 25/11/2014


    Sobe- Feira de Santana por ganhar biblioteca digital.
    Desce-Os atos de violência que têm vitimado grande parte da juventude feirense.

     

    Recado
    O neo oposicionista Edvaldo Lima (PP) resolveu mandar um recado ao prefeito José ao ouvir a palavra calçamento. “Por falar em calçamento, eu gostaria de pedir ao prefeito que não faça mais calçamentos com pedras em nossa cidade. Todas as cidades estão sendo pavimentadas com asfalto e porque Feira de Santana tem que ser com pedras? Peço ao preito que colabore com o desenvolvimento da cidade e faça as pavimentações com asfalto”, disparou.

    Ouvidoria
    Após participar de um curso de capacitação para legisladores, prefeitos, vice-prefeitos e secretários em São Paulo, o vereador Beldes Ramos (PT) anseia trazer novidades à Casa da Cidadania na próxima legislatura. “Vou sugerir ao próximo presidente que implante aqui na Câmara a Ouvidoria. Vimos que funciona e ajuda na interação da Casa com a população”, avisou.

    Ladrão
    Buscando atender pedidos dos moradores do bairro Jussara, o vereador Isaias de Diogo (PPS) tentou emplacar na Casa denominações para logradouros públicos no bairro. A sugestão era: Rua Lucas da Feira, Travessa Lucas da Feira, Rua Diogo Reinaldo dos Santos (pai do vereador) e Rua Maria da Paixão (mãe do vereador). O PL foi retirado de pauta pelo autor depois de ser criticado pelos pares. “Colocar nome de ladrão em rua? Voto contra”, disse Wellington (PTN). “Querer homenagear pai e mãe com nomes de ruas é legislar em causa própria e nosso papel é legislar para a população. Meu voto será contrário”, garantiu Zé Carneiro (PSL).

    Denúncia grave
    O líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy, classifica de gravíssima a denúncia de que Dilma e Lula poderiam ter interrompido o propinoduto que vem assolando a Petrobras nos últimos anos, mas nada fizeram para impedir perdas bilionárias para a maior estatal do país. Reportagem da edição desta semana da revista “Veja”, mostra mensagem enviada por Paulo Roberto Costa, então diretor de Abastecimento da Petrobras, à Dilma, que à época era chefe da Casa Civil, na qual propõe uma solução política para a recomendação do TCU ao Congresso de paralisação de três grandes obras da Petrobras em virtude da identificação de irregularidades.

    Conferência
    A Bahia estreará hoje (25) a discussão sobre políticas afirmativas em nível internacional e promovido pelo governo do Estado. A Primeira Conferência Internacional sobre Políticas Afirmativas para a Promoção da Igualdade Racial contará com a participação da ministra Luiza Bairros, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir/PR). O evento, previsto para acontecer no salão nobre da reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA) às 16h, visa trocar experiências e discutir sobre as políticas públicas implantadas no Brasil e nos Estados Unidos.

    Desdobramentos
    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), José Romeu Ferraz Neto, disse ontem, 24, que não espera um impacto significativo da Operação Lava Jato no crescimento da construção de infraestrutura em 2015, mas prevê que os desdobramentos das investigações podem influenciar a atividade em 2016. Acredito que (a Lava Jato) possa ter reflexo no assunto de desenvolvimento de obras de infraestrutura em 2016, porém, achamos que o fato de (o tema) estar sendo investigado e encaminhado da forma como está vindo é bom a médio e longo prazo, porque pode sanear o setor e gerar mais recursos”, disse o executivo a jornalistas.

    Sem crise
    O deputado estadual João Carlos Bacelar (PTN) negou, em entrevista, que haja uma crise na relação entre o partido e o prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) e disse que o secretariado do prefeito não será decidido de “porteira fechada” – sem interferências de outras siglas – com o partido. Em relação à disputa da presidência da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o que estaria em jogo e provocou um estremecimento da bancada do PTN com a governista seria a quebra de um suposto acordo entre o partido e o presidente da Casa, Paulo Câmara (PSDB), em dezembro de 2012.



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