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  • 24/11/2014


     

    Soldado
    Do outro lado da briga pela presidência da Assembleia Legislativa, o deputado Sargento Isidório (PSC), mesmo diante de um cenário que se afunila favorecendo os adversários, acredita que ainda tem chances. Ele diz que só vai retirar a candidatura se houver um pedido do governador eleito Rui Costa (PT). “Sou candidato legitimado pelo povo da Bahia. Para eu retirar, só o governador do estado, que é o que tem mais preocupação com as demandas do nosso povo, dizendo que é preciso colocar outro”, declarou. Isidório disse que embora o Poder seja independente, o processo será influenciado pelo governador.

    Oposição dividida
    A disputa para a presidência da Assembleia Legislativa ainda terá muitos capítulos até fevereiro, e um deles é saber qual será a decisão da bancada de oposição na Casa, com ligações estreitas com os candidatos Marcelo Nilo (PDT) e Rosemberg Pinto (PT). Consta que os oposicionistas estariam divididos no apoio. Alguns preferem continuar no campo que já conhecem, outros acreditam na perspectiva de mudanças e apostariam nas propostas do petista. Apesar de nos bastidores já ter se falado que a bancada estaria fechada com Nilo, o certo é que os parlamentares ainda não teriam chegado a uma conclusão.

    Reunião
    O governador eleito Rui Costa deve se reunir com a bancada baiana da Câmara dos Deputados e com senadores na próxima quarta-feira, em Brasília. A informação é do deputado federal José Carlos Araújo (PSD). Segundo o parlamentar, o objetivo da reunião é que o governador eleito pelo PT mostre quais são suas metas e planos para o primeiro ano de governo. “Próxima quarta- feira, a bancada da Bahia vai se reunir com Rui para ele mostrar como vai funcionar o governo. Sou coordenador da bancada e estou convocando todos os deputados, os 39 deputados e senadores”, afirmou. Uma das principais pautas será a questão do orçamento.

    Ressalvas
    A inclusão de cálculos, mesmo que parciais, sobre as baixas dos ativos e esclarecimentos sobre o fato de as perdas serem possivelmente maiores podem ajudar a dar alguma credibilidade ao balanço da Petrobras, apontam especialistas. ”Funciona (a inclusão de dados parciais), se a Petrobras, com a melhor informação disponível hoje, de maneira imparcial, registrar os valores que, de boa fé, acredita serem os verdadeiros. Não dá para existir nada além disso”, diz o advogado Bruno Werneck. Ele admite que o auditor pode, ainda assim, não ter a segurança necessária para dar seu aval ao documento, mesmo com as premissas indicadas pela Petrobras.

    Crise
    O prefeito ACM Neto (DEM) confirmou que se reuniu com vereadores do PTN nos últimos dias e negou os boatos de uma eventual crise na relação dele com a sigla e a pressão de membros da agremiação por mais espaço no governo. O clima na Câmara de Vereadores estava tenso, pois o partido ensaiava uma junção com o bloco oposicionista para auxiliar a eleição de opositor para a cadeira de presidente da Câmara. Se, de fato, ocorresse a ação, os rumos administrativos e políticos do alcaide estariam comprometidos, visto que ele deverá tentar reeleição em 2016.

    CVM
    A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu 17 processos administrativos relacionados à Petrobras em 2014, de acordo com informações disponíveis no site da autarquia. O número é superior ao registrado durante todo o ano anterior, quando totalizaram 16 processos. Trata-se de uma análise inicial realizada pela CVM, o que não significa que haja alguma irregularidade na companhia alvo da checagem. Quando a CVM identifica indícios de problema, o processo se transforma em sancionador. Neste ano, a petroleira ainda não teve nenhum processo desse último tipo, ainda de acordo com o site.

    CPI prorrogada
    O Congresso Nacional prorrogou, na última quinta-feira (20), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista da Petrobras que investiga irregularidades na estatal, de acordo com informações da Folha. O colegiado oficialmente encerraria as atividades amanhã (23). Agora os trabalhos seguirão até o dia 22 de dezembro, quando começa o recesso do Legislativo. Assim, a CPI ganha mais três semanas de atividades até a entrega do relatório final, prevista para 13 de dezembro. A comissão pretende ouvir nos próximos dias o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, além de outros presos recentes da Operação Lava Jato.
     



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