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Enchente atinge bananais em três cidades do Vale do Ribeira, SP
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  • 12/11/2014


    Pra galera

    Jogando para a galera, o agora oposicionista Edvaldo Lima (PP), fez um discurso ontem (11) a favor dos agentes de saúde que estão com luta travada com o Governo Municipal. “Ouvindo a entrevista do prefeito hoje pela manhã ele disse que para pagar o piso dos agentes de saúde é preciso que o Ministério repasse os recursos; em outras linhas ele disse que não vai pagar”. E o vereador conseguiu arrancar palmas dos agentes que estavam nas galerias.

    Alhos e bugalhos
    Para tentar convencer os agentes de saúde de que devem buscar seus direitos em Brasília, o vereador e agente de endemias Isaias de Diogo (PPS), leu trechos do livro Fragmentos da Vida que tratam sobre o aborto. Sem entender a relação do aborto com as reivindicações dos agentes de saúde, os trabalhadores repudiaram a leitura do vereador e os argumentos utilizados para explicar que o município não irá pagar o piso, pelos menos por enquanto. Isaias confundiu alhos com bugalhos.

    Anti- calote
    O diretor do Sindicato dos Vigilantes em Feira de Santana, Wilson dos Santos, esteve na Câmara ontem (11) com trabalhadores da categoria pedindo aos vereadores que aprovem a Lei Anti-Calote Municipal, de autoria do vereador Alberto Nery (PT), que entrará em pauta na próxima semana. Segundo o diretor, esta lei ajudará os trabalhadores a terem direitos trabalhistas e não sejam prejudicados na remuneração.

    Recursos
    Ao participar do debate sobre os recursos repassados ou não repassados para a Prefeitura de Feira para o pagamento do piso salarial dos agentes de saúde, o líder do PT na Casa, vereador Alberto Nery garantiu que os recursos já foram liberados ara Feira de Santana, como para outros municípios. “Ontem, preocupado com a situação dos agentes de saúde entrei em contato com o Ministério da Saúde que me garantiu que desde junho os recursos para o pagamento do piso salarial desta categoria foram repassados para a Prefeitura. Resta saber agora o que aconteceu que este dinheiro não chegou aos agentes de saúde da cidade”, disse.

    Falsas promessas
    A campanha realizada pelo PT nas últimas eleições presidenciais foi alvo de duras críticas do líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, em artigo publicado ontem, 11, no jornal Folha de São Paulo. As críticas fazem referência às dificuldades econômicas enfrentadas no país, que levaram ao aumento da taxa de juros, logo após o pleito, contrariando o discurso marqueteiro da presidente Dilma durante a disputa. Imbassahy fala ainda do quanto o PT demonizou a oposição para, agora, exibir a realidade de crescimento medíocre, inflação alta, indústria paralisada, contas represadas que começam a ser desovadas, e a Petrobras nas águas profundas da corrupção

    Vetos
    O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), afirmou ontem (11) que a análise de vetos presidenciais pelo Legislativo deverá ser “antecipada” com o envio, pelo Palácio do Planalto, de um projeto de lei flexibilizando a meta do superávit primário do governo central. O objetivo é que o Congresso “limpe” a pauta de vetos não apreciados que hoje se acumulam para conseguir debater, no Plenário, a alteração proposta pelo governo na meta mínima para o pagamento de juros da dívida púbica. Dentre os vetos que o peemedebista quer ver revogado pelos parlamentares, está um que deu aval para a propaganda eleitoral em propriedades privadas por meio de placas, bandeiras, cartazes e pinturas.

    Divisão
    A bancada do PT do Senado está dividida em relação ao papel que a ministra demissionária da Cultura, Marta Suplicy, terá tão logo reassuma o mandato de senadora. Ex-prefeita da capital paulista e única representante do Estado na Casa a partir de 2015, Marta apresentou ontem, 11, sua carta de demissão da pasta. Os atuais e futuros colegas de bancada ainda não conversaram para definir que missão – se ela tiver uma – a petista vai desempenhar. Desde setembro de 2012 no ministério, Marta voltará ao Congresso depois de causar um mal-estar com Dilma à frente da Cultura.

    Frente Nacional
    O encontro da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) terminou ontem (11) em Campinas, no interior de São Paulo, com balanço positivo, avaliou o prefeito anfitrião, Jonas Donizette. O evento começou na última segunda (10) e contou com a presença de 60 prefeitos de todo o país. O encontro, em sua 66ª edição, teve a participação do vice-presidente da República, Michel Temer. Ele recebeu uma carta com 23 reivindicações ao governo federal. Os prefeitos pediram a sanção, por parte da presidenta Dilma Rousseff, do projeto de lei que altera o indexador da dívida de estados e municípios com a União.


     



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