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  • 17/01/2014

    Sobe - A CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e o SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), por reprovarem o novo aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros. Desce - Empresas que comercializam produtos vencidos numa clara demonstração de desrepeito ao consumidor.


    Alfinetada 
     
    O deputado federal Mário Negromonte (PP) não trabalha com a possibilidade de o Partido Progressista ficar fora da chapa majoritária na disputa ao Palácio de Ondina e prefere aguardar a decisão do governador Jaques Wagner para saber de que lado estará na disputa. “Eu não cogito a hipótese [de não ser vice] de jeito nenhum. E sei que estaremos juntos na chapa. Nosso partido foi convocado pelo governador para fazer parte do seu governo. Fizemos e demos sustentação, quando o PMDB saiu. (…) Mas estamos muito tranquilos, sabemos o nosso tamanho, a nossa importância e estamos muito serenos, aguardando. Se for comparar com qualquer um, o nosso partido é o segundo, o PT é o primeiro”, explicou. 
     
    Na marcha 
     
    O presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, pré-candidato da legenda ao governo do Estado, afirmou que vai caminhar junto com o prefeito ACM Neto (DEM) e o ex-governador Paulo Souto (DEM), provando que a relação é boa entre os oposicionistas. “Nós viemos juntinhos, no mesmo carro, e conversando muito. Viemos conversando eu, ele e o prefeito. A relação está muito boa”, garantiu. 
     
    Comissão da Verdade
     
    Por unanimidade, o Tribunal Regional Federal da 1.ª Região decidiu extinguir a ação popular proposta pelo coronel reformado Pedro Ivo Moézia de Lima contra a União. Seu objetivo era a anulação da Lei 12.528, de 2011, que criou a Comissão Nacional da Verdade. Segundo o militar, que também é advogado e fez parte dos quadros do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), durante a ditadura militar, a lei “é parcial, tendenciosa, discriminatória, fere princípios constitucionais que norteiam a administração pública e, acima de tudo, é ilegal e lesiva ao patrimônio público”. 
     
    Reforma ministerial 
     
    Presente na Lavagem do Bonfim ontem (16), a ministra da Cultura, Marta Suplicy, falou sobre a movimentação originada com a reforma ministerial comandada pela presidente Dilma Rousseff em Brasília. “A movimentação e o caminho que isso toma é da alçada da presidência”, esquivou. Marta também afirmou que seu desejo é continuar no Ministério da Cultura. “Estou muito envolvida com todos os processos culturais do país. Conseguimos montar uma equipe fantástica e com resultados bastante bons, então espero me manter desse modo”, argumentou. 
     


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