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Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 08/01/2014

    Sobe - Os brasileiros, por valorizarem mais os hábitos de leitura. Desce - O Brasil, por atraso nas obras da Copa do Mundo.


    Aspra
     
    O Ministério Público Federal (MPF) na Bahia propôs ação para ressarcimento ao erário cumulada com pedido de dissolução de associação contra a Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares no Estado da Bahia (Aspra), seu diretor coordenador-geral, Marcos Prisco Caldas Machado, e seus ex-coordenadores administrativo e jurídico, Zenilton Ferreira dos Santos e Fábio da Silva Brito, respectivamente. O objetivo é encerrar, em definitivo, as atividades da Aspra, que atuou ilegalmente como sindicato durante a greve da Polícia Militar (PM) na Bahia em 2012 e reaver o valor empregado pela União com o deslocamento das Forças Armadas para o Estado no período.

     
    Aspra I
     
    No entendimento do MPF, a Aspra, “a pretexto de defender os interesses de seus associados, constitui-se verdadeira entidade sindical de militares”, ao deflagrar greve geral dos servidores da PM e Bombeiros na Bahia, em janeiro de 2012, resultando na ameaça à segurança pública de todo o Estado. Entre as reivindicações da associação estavam a criação de plano de carreira, o pagamento da URV e melhorias das condições de trabalho - pleitos característicos de um movimento sindical.

     
    Supremo 
     
    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, entrou em férias hoje (7), após determinar a prisão do deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP). Inicialmente, estava previsto que Barbosa entrasse em férias na sexta-feira (10), mas a data foi antecipada. Como o Supremo está em recesso até o início de fevereiro, a presidência da Corte será exercida interinamente pela ministra Cármen Lúcia até o dia 19 de janeiro. Após a data, Ricardo Lewandowski, vice-presidente do STF, assumirá o plantão do STF.
     
     
    Aliados 
     
    Com o objetivo de realizar alterações nas pastas do governo e eleger o seu sucessor, o secretário da Casa Civil Rui Costa (PT), o governador Jaques Wagner (PT) inicia a rodada de conversas com os partidos da base para definir os espaços a serem deixados pelos titulares que vão entrar na disputa e alinhavar os apoios eleitorais. Integrantes do conselho político da gestão, o PR, do ministro dos Transportes, César Borges, que reivindica mais espaços dentro da administração, e o PDT, do presidente da Assembleia Legislativa, estão entre os primeiros da fila de conversações.
     


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