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  • 12/12/2020


    Sobe - A Globo por contratar Renata Silveira, para ser narradora de eventos esportivos da emissora.


    Desce - Bolsonaro por insistir ainda em informar que a Covid já está na fase final.


    Criticou


    O vereador Edvaldo Lima (PSB) em pronunciamento esta semana, na Câmara Municipal, fez duras críticas a Elias Tergilene, responsável pela gestão do Shopping Popular, onde estão sendo abrigados os vendedores ambulantes que se encontravam espalhados pelas ruas do centro de Feira de Santana. Ele se referiu à atitude do empresário, que esta semana cerceou a palavra do vereador Luiz da Feira (PROS) em um encontro com camelôs para discutir assuntos relacionados ao entreposto. “Esse empresário chegou a expulsar o nosso colega da reunião, mesmo sendo Luiz um vereador e também vendedor que tem um boxe no Shopping. Eu pagaria pra ver se faria isso com o vereador Edvaldo Lima. Teria que me matar para isto acontecer”, afirmou.


    Desafiou


    O vereador foi autor de uma Moção de Repúdio aprovada por unanimidade pela Câmara, recentemente, contra Tergilene, em razão do desrespeito cometido a Luiz da Feira. “Haverá outras reuniões e eu estarei lá, quero ver se ele tem coragem de me expulsar”, disse Evaldo Lima indignado.


    Contribuição


    A contribuição patronal mensal da Prefeitura de Feira de Santana à Previdência Municipal vai praticamente dobrar em 2021, em relação ao percentual deste ano, passando dos atuais 30,31% para 60,25%. A alteração está prevista no Projeto de Lei Complementar 007/2020, de autoria do Poder Executivo, aprovado por maioria dos vereadores em sessões extraordinárias realizadas pela Câmara, esta semana. Este total representa a soma da contribuição patronal normal, de 18,75% (a parcela do servidor é de 14%), e a denominada especial, determinada em 41,50%, necessária em virtude do cumprimento de um Plano de Amortização para Equacionamento do Déficit Anual do Regime Próprio de Previdência Social do Município (RPPSM).


    Contrários


    Os vereadores Roberto Tourinho (PSB), Josafá Ramos (Patriota) e Zé Filé (PSD) votaram contrário ao Projeto do Executivo sob alegação de que a matéria “carece de explicações técnicas”. Para Tourinho, antes de o projeto ser encaminhado para votação, o Governo deveria enviar à Câmara um técnico da Previdência Municipal para que dúvidas fossem dirimidas.


    Uma casa apenas


    O Presidente nacional do Democratas, o prefeito de Salvador, ACM Neto, disse ontem (11), que o partido terá candidato à presidência em apenas uma das Casas Legislativas. Caso a escolha seja pela Câmara dos Deputados, a opção do partido será o baiano Elmar Nascimento. Se a decisão for por ter um nome no Senado, este será o do senador Rodrigo Pacheco (DEM-RO). “Essa definição vai acontecer nos próximos dias e horas. Posso garantir que o partido terá candidato em uma das Casas. A definição será harmônica. Não haverá disputa interna no Democratas”, assegurou Neto, em entrevista coletiva durante inauguração da Escola Municipal Nova Sussuarana.


    Defensoria


    A Defensoria Pública da Bahia (DP-BA) quer estruturar uma nova atuação em prol da defesa da mulher dentro do Tribunal de Justiça (TJ-BA) para prestar uma assistência integral e mais efetiva em casos de violência doméstica. A proposta foi discutida em um encontro entre defensoras e defensores públicos de 1º e 2º grau. Na reunião, que aconteceu de forma virtual, foram apresentados os objetivos, desafios e tarefas dessa nova atuação, que inclui criar um fluxo de inserção da Defensoria dentro desse espaço estratégico como uma forma de fortalecer a atuação da instituição, visibilizar e dar voz a essas mulheres que sofrem com violência doméstica e familiar e, assim, terem suas demandas agilizadas.


    Argentina


    O projeto de lei que legaliza o aborto na Argentina foi aprovado pela Câmara dos Deputados do país ontem (11), em uma votação apertada. O texto teve 131 votos favoráveis, 117 contrários e 6 abstenções. Agora os senadores argentinos é que irão analisar o projeto. As informações são de reportagem do portal Metrópoles parceiro do Bahia Notícias. Na Câmara, a discussão sobre o texto levou mais de 20 horas. A matéria lembra que em 2018, a Câmara dos Deputados argentina chegou a aprovar um texto similar, com uma margem ainda menor: foram 129 favoráveis e 125 contra. Em seguida, o projeto foi rejeitado no Senado. O texto autoriza que a interrupção seja feita até a 14ª semana de gestação. Deverá ser feito em um prazo de até 10 dias do pedido.



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Folha do Estado da Bahia
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