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  • 11/12/2020


    Sobe - A Anvisa por aprovar o uso emergencial em caráter experimental de vacinas contra a Covid-19.


    Desce - O presidente Jair Bolsonraro por seguir minimizando os efeitos da pandemia.


    Cobrança


    O prefeito Colbert Martins Filho e o secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior, devem fiscalizar o cumprimento do contrato do Shopping Popular por parte do presidente do Consórcio que administra o equipamento, Elias Tergilene. A cobrança está sendo feita pelo vereador Eli Ribeiro (Republicanos). Em pronunciamento hoje (9), na Câmara, ele disse que as autoridades municipais também devem tomar uma providência para atender as reivindicações dos comerciantes.


    Questionamento


    Eli questiona sobre a ausência das escadas rolantes e elevadores que estavam previstos no documento, mas ainda não foram instalados no entreposto. “Não tinha que ter escada? elevador? Cadê esse contrato? Eu acredito que tenha que haver uma fiscalização por parte da Prefeitura. O que eu vejo é a insatisfação das pessoas com o Shopping Popular, nem parece que ele é do povo”.


    Banco e lotérica


    Um dos principais críticos do Consórcio Popular e seu presidente, o vereador Luiz da Feira voltou a cobrar na Câmara que a Prefeitura faça valer um decreto por ela publicado que estipula a taxa de condomínio do Shopping em R$ 28 por metro quadrado de cada boxe. Segundo ele, o empresário Elias Tergilene atropelou a decisão governamental e está exigindo R$ 40 dos camelôs. “Foi divulgado nas rádios, nos sites. No outro dia, o dono do shopping disse: vai ser R$ 40, quem manda sou eu, o shopping é meu”. Lembrou que o empreendimento seria inaugurado com escada rolante, elevador, agência bancária e Lotérica funcionando, o que não aconteceu. Segundo ele, o local deveria ser destinado aos vendedores ambulantes da cidade mas tornou-se um empreendimento particular. “O empresário cresceu o olho. Eram 1.800 boxes e 30 lojas âncoras. Ele fez, destas, mais 2.200 pontos para vender”.


    Uber ou 99


    O vereador Isaias de Diogo classificou com falsa a informação que ele estaria defendendo, na Câmara, o retorno da Blitz do IPVA em Feira de Santana. Ele observa que sua sugestão também não se trata de querer impedir que as pessoas consumam bebidas alcoólicas, mas de conscientizá-las que não é permitido combinar o uso ao ato de conduzir um veículo. “Quem gosta de beber, pode até encher a cara, mas depois ligue para o Uber ou 99”, disse, citando aplicativos de transporte. Quanto ao “Repórter Bicudo”, Isaías conclui que, pela atitude, estaria “zombando das famílias enlutadas por parentes que tiveram as vidas ceifadas no trânsito, com comentários pejorativos”. Para o vereador, repórteres “de verdade” em Feira de Santana, que fazem cursos de formação e “não brincam com os sentimentos das famílias”, acabam sendo manchados por parte de alguem “que não tem nenhuma credencial”.


    Testou


    A assessoria do prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis (DEM), confirmou ontem, que ele testou positivo para a Covid-19. Em comunicado foi informado que ele se encontra em isolamento domiciliar e apresenta quadro assintomático. Desde o início da pandemia, o vice-prefeito vem realizando testes rotineiramente. A detecção da Covid-19, no entanto, foi confirmada por meio de um exame realizado na quarta (9). Ainda de acordo com sua assessoria, Bruno Reis está bem e cumpre todos os protocolos sob orientação médica.


    Outros casos


    Também testaram positivo para Covid-19, o secretário de Desenvolvimento Rural da Bahia, Josias Gomes, e o ex-presidente estadual do PT, Jonas Paulo, estão infectados com o coronavírus. A informação foi dada pelo presidente do partido no estado, Éden Valadares.



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