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Enchente atinge bananais em três cidades do Vale do Ribeira, SP
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  • 19/11/2020


    Sobe - Vacina Pfizer por concluir fase 3 de estudos com 95% de eficácia.


    Desce - Homem que foi preso em Feira de Santana portando objetos furtados.


    Gratidão


    Um agradecimento especial a “todos os líderes espirituais” que “abriram as portas” para abençoá-lo, registrou na sessão de quarta-feira, 18, da Câmara Municipal, o vereador Edvaldo Lima. Reeleito para mais um mandato com expressivos 4.848 votos, ele lembrou do compromisso firmado com os religiosos: “disseram que iriam me reeleger para que continuasse a defesa da família e do reino de Deus. Meu discurso é de gratidão ao Deus de Israel e não poderia ser diferente”.


    Não para aqui


    Independentemente de estar sem o mandato a partir de janeiro de 2021, o vereador Zé Filé (PSD) garantiu na quarta-feira, 18, na Câmara, que pretende continuar ajudando as comunidades que sempre assistiu. “O Feira X vai ter sempre Zé Filé para defender, o Viveiros da mesma forma, assim como os bairros Nova Esperança, Gabriela, Paulo Souto, Jardim Cruzeiro, Campo Limpo, Tomba e Tamandari, porque a minha história não para aqui”, afirmou na Tribuna da Casa da Cidadania.


    Falha


    O agrupamento de seções, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral, foi uma das principais razões para a grande taxa de abstenção (19,11%) no pleito do último domingo, em Feira de Santana, avalia o vereador Roberto Tourinho (PSB). Candidato a prefeito, ele disse na sessão de quarta-feira,18, na Câmara, ter presenciado muitas pessoas desistindo de votar pela junção de três seções eleitorais em apenas uma.


    Falha II


    Para Tourinho, o órgão precisa ter mais cuidado com a desativação de seções porque isso gera problemas para muitos eleitores. “Contribuiu e muito para o crescimento do número de ausentes. Essa eleição atípica ficará para a história”. A medida, conforme sua observação, provocou longas filas em vários locais, a exemplo do Colégio Gastão Guimarães, no centro da cidade e o Assis Chateaubriand, no Sobradinho, onde muitas pessoas deixaram de votar por contas das filas enormes.


    Falha III


    Também acusa os problemas técnicos no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de dificultar o voto no primeiro turno. “Não bastasse uma eleição sem coligação, com grande número de candidatos e em período de pandemia, ainda tivemos mais de 70 mil eleitores que não votaram por conta de problemas técnicos do TSE e grandes filas provocadas pelo agrupamento de seções”, lamenta o experiente vereador, que encerra sua passagem pela Câmara, em 1º de janeiro, após oito mandatos.


    Mudança


    Mesmo tendo obtido quase 4 mil sufrágios (foram 3.920), representando a 9ª maior votação entre os mais de 600 candidatos, o vereador Lulinha (DEM) não conquistou a reeleição para a próxima legislatura, no período 2021-2024, que se inicia em 1º de janeiro. Ele disse que o fim das coligações partidárias para a eleição proporcional traz um prejuízo a candidatos bem votados, como foi o seu caso neste último pleito e, por isso, faz um apelo a deputados e senadores para que sejam revistos os critérios. “Não perdi a eleição por falta de votos, mas porque o meu partido, sozinho, não conseguiu obter uma quantidade de votos para eleger mais vereadores”.


    Fogo amigo


    “Alguns não acreditaram nas minhas ações, tentaram macular a minha imagem, mas tive o reconhecimento da maioria”, disse o vereador Luiz da Feira (PROS), em pronunciamento na Câmara na quarta-feira, 18. Reeleito para mais um mandato no Poder Legislativo a partir de 1º de janeiro, ele se refere a políticos adversários e uma minoria entre camelôs, classe que defende com muita veemência, especialmente na questão do Shopping Popular. Ele só não revelou os nomes.



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