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Projeto contra corrupção do MPF já coletou mais 31 mil assinaturas na PB
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  • 31/10/2020


    Sobe - Deputada Carla Zambelli por propor realização periódica de teste toxicológico no parlamento brasileiro.


    Desce - Empresa terceirizada da Embasa por manter salário de vigilantes atrasado por mais de 60 dias.


    Posse de Ângelo


    A posse do feirense Ângelo Almeida (PSB) na Assembleia Legislativa da Bahia como deputado estadual, que estava agendada para ontem (30), foi adiada para a próxima quarta-feira (4), às 8 horas. É o que informa o site Bahia na Política de Jair Onofre.


    Justificativa


    A posse foi adiada por conta do ponto facultativo em virtude do Dia do Servidor Público ocorrido ontem e do feriado nacional, Dia de Finados, no na próxima segunda-feira (2). Ângelo, que é candidato a vice-prefeito na chapa do vereador Roberto Tourinho (PSB), assume cadeira no Legislativo baiano por conta da cassação do mandato do deputado estadual Targino Machado (DEM).

     

    Drogas no parlamento


    A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) quer que seja obrigatória a realização periódica de teste toxicológico para deputados e senadores. O projeto de lei que a parlamentar pretende apresentar deve prever também a cassação imediata, caso seja detectado consumo de drogas ilícitas.


    Drogas no parlamento II


    De acordo com informações da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o PL é uma resposta ao deputado Aécio Neves (PSDB-SP), que propôs projeto com penalidades para quem não tomar vacina da Covid-19.


    Aécio


    Na última terça-feira (27), o tucano apresentou proposta que aplica penalidades semelhantes àquelas adotadas a quem se recusa a votar. Por exemplo, não poder fazer alguns tipos de empréstimos, assumir cargos públicos, receber salário de função ou emprego público ou renovar matrícula em universidades públicas.


    Negou


    O ministro Og Fernandes, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), rejeitou habeas corpus em que dois homens pediam para não serem obrigados a tomar vacina contra a Covid-19. Os autores do processo alegaram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), deu a entender em entrevistas que a vacina terá caráter obrigatório no estado.


    Justificativa


    O magistrado, porém, argumentou que não há informações nos autos sobre quando a imunização estará disponível para a população em larga escala nem uma previsão de sanções a quem deixar de atender ao chamamento para vacinação.



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