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  • 25/07/2020


    Sobe - Procon por realizar operação em agências bancárias para garantir medidas de segurança contra a covid-19.

     

    Desce - Flu de Feira por perder partida para o Jacuipense e, por isso, foi eliminado do Baianão 2020.

     

    Certezas

     

    Mesmo com a política em segundo plano, por enquanto, Colbert Martins (MDB) está tendo reuniões com o ex-prefeito José Ronaldo (DEM) e com seu grupo político. Isto foi o que o prefeito explicou em live com o site Bahia.Ba, realizada na última segunda-feira. Quanto ao apoio do ex-gestor, Colbert está seguro e afirmou que só falta é publicizar. Para quem achava que Colbert estava inseguro pode "tirar o cavalinho da chuva", como se dizia antigamente.

     

    Aí tem!


    Em entrevista ao Bahia Meio Dia, o secretário Fábio Vilas-Boas se queixou dos prefeitos do interior do Estado que flexibilizaram a abertura do comércio, afirmando que neste momento, o interior está sofrendo com a COVID-19. Cidades citadas por Vilas-Boas foram Vitória da Conquista, Feira de Santana e Barreiras, municípios governados justamente pelo MDB e DEM. Já Itabuna, com 4.476 casos confirmados até quinta-feira (23), e comércio reaberto, não despertou o lado crítico do secretário. Vale lembrar que a cidade é governada pelo PTC e mais ainda, que o prefeito Fernando Gomes disse "morra quem morrer, vou abrir". Nada foi dito.

     

    A EMA


    O remédio não fez efeito, mas o presidente não desistiu dele. De bobeira no Palácio da Alvorada, Bolsonaro foi flagrado tentando convencer uma ema (isso, o animal mesmo) a tomar cloroquina. Mostrar uma caixinha de remédio para uma ema não é suficiente para tornar alguém incapaz psiquiatricamente de governar um país? Fica a dúvida. A propósito, a ave o ignorou e seguiu seu passeio. Ficou claro que Ema não gosta do presidente, a Ema anterior que ele procurou fazer interlocução bicou sua mão.



    Camelôs

     

    Após definição da data-limite para saída de camelôs e ambulantes do centro de Feira, o vereador Luiz da Feira (PROS) procurado pela reportagem do Jornal Folha do Estado, intercedeu pela classe "Não vejo o momento apropriado para essa mudança, existem muitas coisas a serem resolvidas, preço, carência. Nossa economia passa por um momento delicado por conta da pandemia. Muita gente fechando seus pontos e ficando sem renda. 90% dos camelôs não tem possibilidade de fazer essa mudança agora por não terem como pagar o preço que eles pedem. E além disso levar os camelôs agora seria colocar a saúde deles em risco, por conta do vírus", disse.

     

    Moeda eleitoral

     

    O governador Rui Costa (PT) voltou a criticar a distribuição de cloroquina e outros remédios por políticos no interior e classificou a atitude como 'moeda eleitoral'. Os medicamentos não possuem nenhuma comprovação científica da eficácia na prevenção ou tratamento da doença provocada pelo novo coronavírus.

     

    Moeda eleitoral II

     

    O petista ainda revelou que tem conversado com prefeitos alertando para os riscos que isso pode trazer à saúde dos pacientes, fazendo com que os gestores públicos respondam pelos problemas. "Vejo isso com muita tristeza porque a saúde do ser humano está sendo tratada como política, como ideologia, quando deveria ser tratada como ciência", afirmou Rui.

     

    Suspensas

     

    O Twitter suspendeu contas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro na rede social. Entre as contas suspensas, estão a da militante Sara Winter, a do ex-deputado federal e presidente do PTB, Roberto Jefferson, a do empresário Luciano Hang e as dos blogueiros Allan dos Santos, do site Terça Livre, e Bernardo Kuster, do site Brasil Sem Medo. Na rede, apoiadores do presidente reclamam da ação, muitos deles, vivem pedindo a volta do Ai-5… não é agora o momento de calar e gozar da censura?

     

    No sigilo

     

    O Ministério da Justiça colocou em prática uma ação sigilosa sobre um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança identificados como integrantes do "movimento antifascismo" e três professores universitários, um dos quais ex-secretário nacional de direitos humanos e atual relator da ONU sobre direitos humanos na Síria, todos críticos do governo de Jair Bolsonaro. A atividade contra os antifascistas, é realizada por uma unidade do ministério pouco conhecida, a Seopi (Secretaria de Operações Integradas). Uma secretaria atuando como polícia política. 



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