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  • 15/02/2018


    Sobe - O Carnaval da Bahia em Salvador e mais 33 cidades do interior, que não registraram homicídios nos circuitos das festas.


    Desce - A situação do Ministério do Trabalho e Emprego que prossegue sem solução.


    Empresários pressionam deputados


    Em um encontro com o presidente Michel Temer (PMDB), na semana passada, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, se comprometeu a ajudar na aprovação da reforma da Previdência. Ele promete mobilizar representantes do setor empresarial para convencerem os deputados indecisos a votarem com o governo. A votação está prevista para acontecer na próxima semana e o governo precisa de 308 votos. Segundo informações do blog Painel, da Folha de São Paulo, associações empresariais ligadas à indústria e ao agronegócio escolheram cerca de 120 parlamentares para pressionar, enchendo-os de mensagens telefônicas.


    “Aqui temos polícia”


    O secretário de Segurança Pública (SSP-BA), Maurício Barbosa, saiu em defesa da Polícia Militar ao comentar as críticas aos excessos que teriam sido cometidos pela corporação durante o Carnaval deste ano. Segundo ele, as pessoas precisam, primeiro, respeitar as polícias que atuam no estado, mas a atuação das forças de segurança é proporcional à agressão e ao crime cometido. Isso, no entanto, não quer dizer que excessos não serão investigados. “A lei nasceu para ser aplicada. O que a gente não apoia é desacato à polícia, desrespeito, falta de reconhecimento que o artista tem para com a Polícia Militar e a Polícia Civil”, disse.


    Governo busca mediação


    O governo pretende resolver em até dois meses um imbróglio com a Petrobras para fazer um megaleilão de pelo menos 76 bilhões ainda neste ano e já consultou a Advocacia-Geral da União sobre uma possível arbitragem. De acordo com a Folha de S. Paulo, com a disputa entre os interessados, o negócio poderia render mais de R$ 90 bilhões. Embora exista disposição para um acerto entre as partes, o governo tende a resolver o assunto como uma questão de Estado. Do outro lado, a Petrobras não fechará acordo caso enfrente resistência dos acionistas, que avaliam a questão e podem emperrar o negócio.


    Processo por injúria


    O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra o parlamentar Jean Wyllys (PSOL-RJ), por calúnia e injúria. O pedido é baseado em uma entrevista de Wyllys ao jornal “O Povo”, realizada em agosto de 2017, em que o parlamentar utiliza termos como “fascista”, “racista”, “burro”, “corrupto”, “ignorante”, “desqualificado” e “canalha”, entre outros. Para o advogado de Bolsonaro, Gustavo Bebianno Rocha, apesar do nome do deputado não ter sido citado diretamente, Wyllys deixou claro que se referia a ele por mencionar seu antigo partido, o PP, e por destacar que muitas pessoas o chamam de “mito”.


    Empréstimo bilionário


    Com dificuldades para pagar suas dívidas neste ano, a Odebrecht S.A negocia um novo empréstimo com os bancos credores. As instituições financeiras só estão dispostas a oferecer R$ 1 bilhão, conforme dois banqueiros envolvidos nas conversas, mas a empresa pressiona por até R$ 3,5 bilhões. Os bancos querem evitar um default da Odebrecht, mas não aceitam pagar toda a conta e insistem que a companhia também faça uma reestruturação completa de suas dívidas com os detentores de bônus no exterior. A Odebrecht resiste a essa exigência.


    Presidente reúne ministros


    O presidente Michel Temer estava no Palácio da Alvorada, no final da manhã da quarta-feira (14), reunido com alguns auxiliares, para discutir a situação dos venezuelanos refugiados no Brasil e outras ações de segurança. Estavam presentes no encontro os ministros Torquato Jardim (Justiça), Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional) e Moreira Franco (Secretaria-Geral). Na segunda-feira (12) Temer esteve em Boa Vista (RR) para traçar ações de apoio ao Estado, que sofre com a chegada de refugiados do país vizinho. O governo estuda editar uma medida provisória ou outro instrumento para formalizar ajuda a Roraima. 



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